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O FESTIVAL

O FIME, ao longo das mais de três décadas de existência, em etapas de desenvolvimento progressivo ou mais abrupto, tem-se vindo a afirmar como um Festival de características únicas no País, suscitando a simpatia e a admiração de muitos visitantes de outras paragens que já passaram por Espinho. Recebe hoje em dias alguns dos melhores intérpretes do mundo nas suas áreas de actividade.

O objectivo da Academia em associar a actividade estritamente pedagógica à actividade de disponibilização de conteúdos culturais à cidade e à região surgiu quase contemporaneamente à fundação da Associação (1960) com a realização da 1ª Edição do Festival de Música de Verão em 1964, pela vontade e trabalho do Professor Mário Neves e a prestimosa colaboração da Professora Delmary Neves. O Festival foi assim um dos primeiros “Festivais de Verão” a ser realizado no nosso país.

O FIME, ao longo das mais de três décadas de existência, em etapas de desenvolvimento progressivo ou mais abrupto, tem-se vindo a afirmar como um Festival de características únicas no País, suscitando a simpatia e a admiração de muitos visitantes de outras paragens que já passaram por Espinho. Recebe hoje em dias alguns dos melhores intérpretes do mundo nas suas áreas de actividade.

O Festival Internacional de Música de Espinho é uma das componentes de um projecto vasto e ambicioso que integra, além de um projecto pedagógico num novo edifício, vários espaços para a realização de espectáculos e uma orquestra semi-profissional: a Orquestra Clássica de Espinho.

O FIME, na sua 33ª edição, iniciou uma nova fase da sua já longa existência; com um novo espaço para realização de espectáculos – o Auditório de Espinho –, local privilegiado para a realização de concertos a solo e de Música de Câmara, dada a sua acústica e dimensões.

Recentemente, o FIME recebeu nos seus palcos nomes como Ivo Pogorelich, Alina Pogostkina, The Swingle Singers, Gilles Apap, Turtle Island Quartet, Steven Isserlis, Brad Mehldau, Mário Laginha, Bernardo Sassetti, Augustin Dumay, Romain Garioud, Nikolai Lugansky, Sequeira Costa, Boris Berezovsky, Stephen Kovacevich, German Brass, Orquestra Gulbenkian, Grigory Sokolov, Peter Wispelway, entre outros.

Ao longo destas quase duas décadas, a EPME logrou obter resultados extremamente positivos que se podem aferir quer pelo já significativo número de diplomados que exercem actividade profissional como instrumentistas e/ou docentes, quer pela demonstração pública da actividade da Escola, materializada na apresentação de centenas de concertos, um pouco por todo o País e também no estrangeiro.

O Projecto Educativo da Escola Profissional de Música de Espinho privilegia a procura permanente de experiências profissionais relevantes, nomeadamente através da realização de estágios de formação e apresentações em contexto real de trabalho, mantendo simultaneamente uma forte preocupação em fornecer uma sólida formação científica e uma formação integrada que responda a diferentes necessidades dos alunos. Por outro lado, atenta na valorização da atitude do indivíduo enquanto cidadão e enquanto Homem: na sua capacidade de rever e definir regras de uma forma responsável e democrática, formulando juízos de valor próprios sobre a sociedade em que está inserido, respeitando os outros em princípios de justiça e solidariedade e reconhecendo os valores éticos da humanidade.

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