EM 2019 FOI ASSIM…

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45.º Festival Internacional de Música de Espinho

David Grimal

21 JUNHO, 22h00

Violino, Maestro!
O concerto de abertura desta edição do Festival Internacional de Música de Espinho estará a cargo do violinista e director de orquestra David Grimal, que se tem destacado pelo projecto inovador da sua orquestra Les Dissonances. Grimal conduzirá a Orquestra Clássica de Espinho, como maestro e solista, num percurso pelo Romantismo tardio, apresentando a tensão entre a figura do virtuoso e os ideais sinfónicos do final do século XIX.

Elicia Silverstein

28 JUNHO, 22h00

Elicia Silverstein violino

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Sonhos e Fábulas
A jovem violinista americana Elicia Silverstein apresenta-nos um programa para violino solo que contrasta obras canónicas do período Barroco e da segunda metade do século XX. A primeira linha do soneto de Metastasio que retrata a desordem interna do processo criativo inspirou o álbum The Dreams and Fables I Fashion, editado em 2018 pela Rubicon, que mistura danças barrocas com sons menos convencionais, traçando uma linha ziguezagueante entre o século XVII e o século XX.

MozART Group

5 JULHO, 22h00

MozART Group

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Humor Sublime
A música e o humor sempre andaram de mãos dadas. A malícia das cantigas medievais e dos vilancicos renascentistas fizeram rir muitas pessoas. Este espectáculo marca o regresso do MozART Group ao Festival Internacional de Música de Espinho, após um estrondoso sucesso em 2011. Um bem-humorado quarteto de cordas com uma abordagem fresca e divertida à música promete desmistificar a seriedade das salas de concerto num espectáculo sempre imprevisível.

Kronos photographed in San Francisco, CA March 26, 2013©Jay Blakesberg

8 JULHO, 22h00

Kronos Quartet

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Different Trains
O Kronos Quartet dispensa apresentações. Formado em 1973, afirmou-se como um dos quartetos de cordas mais reconhecidos na música contemporânea. Além da estreia de numerosas obras, o Kronos atravessa domínios e estilos. Este recital reflecte a diversidade do repertório abordado, da música erudita contemporânea, ao jazz e às músicas tradicionais, apresentando arranjos feitos propositadamente para o grupo.

13 JULHO, 12h00

António Esteireito Créditos João Russo

Mestres da Música Francesa para órgão
As peças que compõem este recital foram escritas nos séculos XVII, XIX e XX. Assim, o roteiro deste programa centra-se na tradição organística francesa, do Barroco ao Romantismo. A melodia de cantochão do hino de Pentecostes Veni creator spiritus é a matéria-prima para Nicolas de Grigny elaborar uma composição barroca em que se destaca a interacção entre as vozes. Na sua curta vida, Grigny foi organista em Paris e em Reims, tendo seguido e contribuído para prolongar os modelos organísticos franceses.

perez, cohen, potter

19 JULHO, 22h00

Pérez, Cohen, Potter Quintet

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Pérez, Cohen, Potter
Espinho será palco de um quinteto de luxo. Grandes referências do jazz norte-americano, com créditos firmadíssimos na cena internacional juntaram-se para nos dar uma noite inesquecível. Formado no final de 2018 e liderados pelo pianista Danilo Pérez, pelo trompetista Avishai Cohen e pelo saxofonista Chris Potter, o quinteto aventureiro vai apresentar um repertório eclético de composições originais inspiradas na literatura.

22 JUNHO, 22h00

Romantismos Virtuosos
O piano foi o centro da música romântica. Muitos compositores eram pianistas e contribuíram para a sua afirmação como instrumento de entretenimento doméstico e de exibição virtuosística nas salas de concerto. Este recital liga dois nomes maiores do piano, separados por quase um século. Chopin foi um dos grandes virtuosos do século XIX, na época em que o piano se encontrava em profundas transformações.

rudin e melnikov

29 JUNHO, 22h00

A Cappella
A Igreja sempre foi um espaço de eleição para a música vocal. Neste concerto, o jovem agrupamento inglês The Gesualdo Six apresenta obras sacras a cappella escritas entre a Idade Média e a actualidade, reflectindo a multiplicidade estilística das formas de adoração religiosa ao longo do tempo. Das abadias românicas dos conventos medievais, às igrejas modernistas, passando pelas catedrais góticas francesas e pelas igrejas romanas e inglesas do Renascimento, o repertório remete-nos para a profunda relação entre música e espaço sagrado na cultura cristã.

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6 JULHO, 12h00

Do Barroco Alemão à Improvisação
O órgão desempenha um papel central no culto cristão. Desde cedo, as igrejas tiveram grandes organistas ao seu serviço, que contribuíram para valorizar as cerimónias religiosas com a sua música. Este Concerto Breve é dedicado à música de Dietrich Buxtehude e de Johann Sebastian Bach, dois mestres da tradição organística alemã. No órgão da Igreja Matriz de Espinho ouviremos ecos dessa tradição enquanto percorremos diversos géneros e estilos dos séculos XVII e XVIII.

Jonathan Ayerst

11 JULHO, 15h00

A Vocal Journey
Andreas Schaerer é um dos mais inventivos e multifacetados vocalistas da actualidade, explorando uma série de técnicas, incluindo raw sprechgesang (um estilo expressionista entre o canto e a fala), sound imitation, o beat-boxing, entre outros. É membro de inúmeros projectos, tais como o sexteto Hildegard Learns to Fly, o quarteto Out of Land com Émile Parisien, Vincent Peirani e Michael Wollny, e a banda A Novel Of Anomaly, com Kalle Kalima, Luciano Biondini e Lucas Niggli.

Andreas Schaerer

13 JULHO, 22h00

Samba de Verão
O mar, o Verão e o surf são inspirações constantes na música de Marcos Valle, uma das grandes referências da música popular brasileira. Um concerto em frente ao mar, onde clássicos da música brasileira serão revisitados pelo seu criador e pelos jovens da Orquestra de Jazz de Espinho. Temas antigos ganham nova vida em arranjos feitos à medida para este concerto, que contará com muito balanço e descontracção. Num espaço que se tem afirmado pela praia e pelo surf, nada como passar a noite com a música de Marcos Valle.

Marcos Valle
Lisboa String Trio

27 JUNHO, 22h00

Cordas Cruzadas
O Festival Internacional de Música de Espinho sempre foi um espaço de encontros. Sendo um agrupamento que junta três músicos com um percurso particular, o Lisboa String Trio enquadra-se nesse contexto.

crassh

30 JUNHO, 11h30

CRASSH_Stage
Com CRASSH, tudo o que produz som é pretexto para compor música. Como resultado, tudo o que é produzido reflecte sonoridades únicas, divertidas e envolventes, dotadas de um entusiasmo contagiante. A musicalidade é para CRASSH uma presença quotidiana onde tudo é oportunidade e suporte para fazer combinar sons. A música e a voz fundem-se numa linguagem universal que ultrapassa as barreiras linguísticas. O “CRASSHonês” surge como uma espécie de mímica vocal que envolve e transmite a mensagem seja entre originais crasshianos ou melodias conhecidas.

Andreas Staier - Credit Josep Molina

6 JULHO, 22h00

À Descoberta do Pianoforte
O Classicismo é a era do pianoforte. O desenvolvimento tecnológico foi ao encontro às novas necessidades expressivas. Dessa forma, foram desenvolvidos instrumentos que captaram os novos tempos. O pianoforte desenvolveu-se a partir do cravo, ultrapassando algumas limitações desse instrumento e adaptando-se aos novos estilos. Este recital leva-nos ao universo do pianoforte pelas mãos de Andreas Staier, uma referência desse instrumento.

Andreas Schaerer

12 JULHO, 22h00

A Novel of Anomaly
A criatividade é a palavra de ordem quando os suíços Andreas Schaerer e Lucas Niggle se juntam a Luciano Biondini, levando o público pelas suas improvisações arrojadas. Um encontro de instrumentos num trio pouco convencional torna-se o trampolim para música inovadora, que atravessa um conjunto de estilos e texturas contemporâneos, dando grande espaço à inventividade individual.

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18 JULHO, 19h00 e 21h30

18 de Julho de 1969: A Caminho da Órbita Lunar
Em Julho de 1969, a Missão Apollo 11 colocou três pessoas em órbita da Lua. Neil Armstrong e Edwin Aldrin andaram na superfície lunar a 21 de Julho (tendo Michael Collins permanecido em órbita), recolheram amostras de solo e cravaram a bandeira dos Estados Unidos da América. No dia em que se comemora o cinquentenário da chegado do Homem à Lua, que lugar mais adequado para ouvir música do um planetário?

Yamandu

20 JULHO, 22h00

Violão Sinfónico
O brasileiro Yamandú Costa dispensa apresentações. Um dos maiores expoentes do violão de sete cordas, tem desenvolvido uma carreira fulgurante colaborando com proeminentes músicos. A sua música eclética encontra-se fortemente enraizada na tradição popular brasileira. O já tradicional concerto de encerramento do FIME junta-o à Orquestra Clássica de Espinho num concerto ao ar livre que apresenta obras de Yamandú para violão de sete cordas e orquestra, um contexto em que este é raramente ouvido, incluindo a estreia ibérica do Concerto Fronteira, uma obra apaixonante que evoca as trocas entre o Brasil, o Paraguai, a Argentina e o Uruguai.

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BILHETES FIME

preços

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O FESTIVAL

O FIME, ao longo das mais de três décadas de existência, em etapas de desenvolvimento progressivo ou mais abrupto, tem-se vindo a afirmar como um Festival de características únicas no País, suscitando a simpatia e a admiração de muitos visitantes de outras paragens que já passaram por Espinho. Recebe hoje em dias alguns dos melhores intérpretes do mundo nas suas áreas de actividade.

O objectivo da Academia em associar a actividade estritamente pedagógica à actividade de disponibilização de conteúdos culturais à cidade e à região surgiu quase contemporaneamente à fundação da Associação (1960) com a realização da 1ª Edição do Festival de Música de Verão em 1964, pela vontade e trabalho do Professor Mário Neves e a prestimosa colaboração da Professora Delmary Neves. O Festival foi assim um dos primeiros “Festivais de Verão” a ser realizado no nosso país.

O FIME, ao longo das mais de três décadas de existência, em etapas de desenvolvimento progressivo ou mais abrupto, tem-se vindo a afirmar como um Festival de características únicas no País, suscitando a simpatia e a admiração de muitos visitantes de outras paragens que já passaram por Espinho. Recebe hoje em dias alguns dos melhores intérpretes do mundo nas suas áreas de actividade.

O Festival Internacional de Música de Espinho é uma das componentes de um projecto vasto e ambicioso que integra, além de um projecto pedagógico num novo edifício, vários espaços para a realização de espectáculos e uma orquestra semi-profissional: a Orquestra Clássica de Espinho.

O FIME, na sua 33ª edição, iniciou uma nova fase da sua já longa existência; com um novo espaço para realização de espectáculos – o Auditório de Espinho –, local privilegiado para a realização de concertos a solo e de Música de Câmara, dada a sua acústica e dimensões.

Recentemente, o FIME recebeu nos seus palcos nomes como Ivo Pogorelich, Alina Pogostkina, The Swingle Singers, Gilles Apap, Turtle Island Quartet, Steven Isserlis, Brad Mehldau, Mário Laginha, Bernardo Sassetti, Augustin Dumay, Romain Garioud, Nikolai Lugansky, Sequeira Costa, Boris Berezovsky, Stephen Kovacevich, German Brass, Orquestra Gulbenkian, Grigory Sokolov, Peter Wispelway, entre outros.

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