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PROGRAMAÇÃO

De 25 de Junho a 22 de Julho

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LOTAÇÃO ESGOTADA - JUNHO 25 22h00

Dois grandes pianistas portugueses juntam-se em palco para apresentar um programa heterogéneo, que dá especial destaque a compositores portugueses da área do jazz. O concerto mistura música popular brasileira, música erudita americana inspirada em música popular cubana, o Modernismo francês e a música de Bach, num mosaico aliciante de estilos e géneros musicais.

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JULHO 2 22h00

Distinguido nos Victoires du jazz de 2014 e 2015, eleito como «Artiste de l’année» pela revista Jazzmag, Vincent Peirani é o artista de quem muitos falam. A sua visão musical cosmopolita permite-lhe mostrar a sua magia em projectos distintos com um sem número de músicos. François Salque recebeu também inúmeros prémios e apresentou a sua personalidade incontornável em mais de 70 países. Neste espectáculo, estes dois artistas excepcionais convidam para uma viagem pela música escrita e improvisada, misturando os temas tradicionais da Europa central, o tango e o jazz com a música erudita.

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JULHO 8 22h00

A música russa dos séculos XIX e XX pontificam neste concerto.. A expressividade do Romantismo está representada na Serenata para cordas, de Tchaikovsky e na obra de Arensky, um tributo à memória desse grande compositor. O Concerto para violoncelo e orquestra, nº1 foi escrito na segunda metade do século XX, tendo rapidamente integrado o repertório solístico do instrumento.

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JULHO 16 22h00

Sem esquecer a identidade artística que construiu com a sua experiência e com a busca constante de sonoridades, o alaudista tunisino Dhafer Youssef continua a transcender géneros. “Birds Requiem”, o seu mais recente disco, é um álbum assumidamente pessoal, preparado num momento de viragem na vida do artista. A sua fusão de jazz e música árabe promete uma noite absolutamente mágica.

JUNHO 26 11h30

Há muito tempo, num reino distante, existia um belo pássaro com poderes mágicos inimagináveis. O príncipe, a mando do rei, foi em busca dessa criatura maravilhosa. O caminho fez-se de aventuras e peripécias. Durante a procura, o príncipe cruzou-se com o corvo, o colibri, o rouxinol, o pica-pau e o papagaio. Será algum deles o Pássaro de Fogo? De Stravinsky a Zeca Afonso, juntem-se à viagem!

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JULHO 3 18h00

As fronteiras entre música erudita, tradicional e popular são esbatidas neste concerto. Música do Renascimento aos nossos dias, de diversos países e tradições são colocadas lado a lado no mesmo palco. O Renascimento ibérico, a música tradicional do império português, música popular do Brasil e de Portugal são algumas das propostas dos Sete Lágrimas para um concerto prometedor.

Sete Lágrimas © Renato Silva 2011 FO109

JULHO 10 11h30 - Entrada livre

Banda Móvel é um espectáculo que escolhe o espaço público como plataforma de diálogo com as pessoas. E a música como código de comunicação. Projecta-se um palco sobre rodas para criar um espetáculo móvel. A BANDA MÓVEL é uma intervenção artística no espaço público… sempre em movimento… até mesmo quando estão parados! Junta-se uma dose de humor a umas personagens pitorescas, e cria-se uma orquestra de palhaços. Contemplam-se instrumentos elétricos e acústicos, instrumentos standard e outros criados de raiz. Um espectáculo divertido que junta o circo, o teatro físico, a música e o ritmo.

BANDAMOVEL

JULHO 17 18h00

O Triplo Concerto de Beethoven articula uma abordagem orquestral com novos modelos camerísticos. O Trio de Brahms parte do modelo beethoveniano, mas elabora-o e expande-o de uma forma muito particular. Neste concerto invulgar no seu formato, este trio de excelência contribuirá seguramente para uma interpretação notável de duas das obras essenciais do século XIX.

Daishin
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JULHO 1 22h00

Detentora de uma carreira internacional de relevo, Plamena Mangova explora neste recital a relação entre voz e música instrumental no Romantismo, incluindo transcrições de canções e obras instrumentais inspiradas em poemas. O virtuosismo da época está representado por dois dos seus principais expoentes, Chopin e Liszt, cujas obras ainda apaixonam os ouvintes. Música do século XX inspirada em Espanha e na Argentina completam este programa aliciante.

Paolo Fresu Omar Sosa (ph Roberto Cifarelli)

JULHO 6 22h00

Para muitos, o trompetista italiano Paolo Fresu e o pianista cubano Omar Sosa ajudam a mudar a forma como ouvimos música. As suas carreiras falam por si. O novo disco da dupla, Eros, é um disco sobre a alma, a emoção e a empatia. Estes dois músicos com “vozes” únicas e distintivas continuam a combinar elementos musicais tradicionais e progressivos da Itália e de Cuba. Fazendo justiça a Eros, este concerto promete uma mistura de jazz, música cubana, africana e elementos de world music.

Daishin

JULHO 15 22h00

Daishin Kashimoto e Éric Le Sage são dois intérpretes detentores de carreiras solísticas de grande destaque, associando-se neste recital para a apresentação de um programa aliciante onde a música do Romantismo tardio ocupa um espaço importante, contrapondo a tradição francesa à tradição germânica em várias obras essenciais da música do final do século XIX.

Edmar-Castaneda

JULHO 22 22h00 - ENTRADA LIVRE

No encerramento do 42º Festival Internacional de Música de Espinho, a Orquestra Clássica de Espinho convida o destacado harpista Edmar Castañeda para uma actuação que terá como grande destaque a música enérgica, pulsante e exótica do colombiano. O concerto contará ainda com a voz da convidada especial Andrea Tierra. O FIME 2016 encerrará certamente em ambiente festivo, num concerto ao ar livre como tem vindo tornar-se tradição.

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O FESTIVAL

O FIME, ao longo das mais de três décadas de existência, em etapas de desenvolvimento progressivo ou mais abrupto, tem-se vindo a afirmar como um Festival de características únicas no País, suscitando a simpatia e a admiração de muitos visitantes de outras paragens que já passaram por Espinho. Recebe hoje em dias alguns dos melhores intérpretes do mundo nas suas áreas de actividade.

O objectivo da Academia em associar a actividade estritamente pedagógica à actividade de disponibilização de conteúdos culturais à cidade e à região surgiu quase contemporaneamente à fundação da Associação (1960) com a realização da 1ª Edição do Festival de Música de Verão em 1964, pela vontade e trabalho do Professor Mário Neves e a prestimosa colaboração da Professora Delmary Neves. O Festival foi assim um dos primeiros “Festivais de Verão” a ser realizado no nosso país.

O FIME, ao longo das mais de três décadas de existência, em etapas de desenvolvimento progressivo ou mais abrupto, tem-se vindo a afirmar como um Festival de características únicas no País, suscitando a simpatia e a admiração de muitos visitantes de outras paragens que já passaram por Espinho. Recebe hoje em dias alguns dos melhores intérpretes do mundo nas suas áreas de actividade.

O Festival Internacional de Música de Espinho é uma das componentes de um projecto vasto e ambicioso que integra, além de um projecto pedagógico num novo edifício, vários espaços para a realização de espectáculos e uma orquestra semi-profissional: a Orquestra Clássica de Espinho.

O FIME, na sua 33ª edição, iniciou uma nova fase da sua já longa existência; com um novo espaço para realização de espectáculos – o Auditório de Espinho –, local privilegiado para a realização de concertos a solo e de Música de Câmara, dada a sua acústica e dimensões.

Recentemente, o FIME recebeu nos seus palcos nomes como Ivo Pogorelich, Alina Pogostkina, The Swingle Singers, Gilles Apap, Turtle Island Quartet, Steven Isserlis, Brad Mehldau, Mário Laginha, Bernardo Sassetti, Augustin Dumay, Romain Garioud, Nikolai Lugansky, Sequeira Costa, Boris Berezovsky, Stephen Kovacevich, German Brass, Orquestra Gulbenkian, Grigory Sokolov, Peter Wispelway, entre outros.

Ao longo destas quase duas décadas, a EPME logrou obter resultados extremamente positivos que se podem aferir quer pelo já significativo número de diplomados que exercem actividade profissional como instrumentistas e/ou docentes, quer pela demonstração pública da actividade da Escola, materializada na apresentação de centenas de concertos, um pouco por todo o País e também no estrangeiro.

O Projecto Educativo da Escola Profissional de Música de Espinho privilegia a procura permanente de experiências profissionais relevantes, nomeadamente através da realização de estágios de formação e apresentações em contexto real de trabalho, mantendo simultaneamente uma forte preocupação em fornecer uma sólida formação científica e uma formação integrada que responda a diferentes necessidades dos alunos. Por outro lado, atenta na valorização da atitude do indivíduo enquanto cidadão e enquanto Homem: na sua capacidade de rever e definir regras de uma forma responsável e democrática, formulando juízos de valor próprios sobre a sociedade em que está inserido, respeitando os outros em princípios de justiça e solidariedade e reconhecendo os valores éticos da humanidade.

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