LAST YEAR’S FIME MEMORIES…

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45.º Festival Internacional de Música de Espinho

David Grimal

21 JUNHO, 22h00

Violino, Maestro!
O concerto de abertura desta edição do Festival Internacional de Música de Espinho estará a cargo do violinista e director de orquestra David Grimal, que se tem destacado pelo projecto inovador da sua orquestra Les Dissonances. Grimal conduzirá a Orquestra Clássica de Espinho, como maestro e solista, num percurso pelo Romantismo tardio, apresentando a tensão entre a figura do virtuoso e os ideais sinfónicos do final do século XIX.

rudin e melnikov

22 JUNHO, 22h00

Romantismos Virtuosos
O piano foi o centro da música romântica. Muitos compositores eram pianistas e contribuíram para a sua afirmação como instrumento de entretenimento doméstico e de exibição virtuosística nas salas de concerto. Este recital liga dois nomes maiores do piano, separados por quase um século. Chopin foi um dos grandes virtuosos do século XIX, na época em que o piano se encontrava em profundas transformações. Rachmaninov é um herdeiro da tradição romântica no século XX, disseminada pela gravação fonográfica e pela radiodifusão. . O programa apresenta duas sonatas para violoncelo e piano, obras relativamente singulares no percurso dos compositores, cuja produção se centrou no piano solo.

Lisboa String Trio

27 JUNHO, 22h00

Cordas Cruzadas
O Festival Internacional de Música de Espinho sempre foi um espaço de encontros. Sendo um agrupamento que junta três músicos com um percurso particular, o Lisboa String Trio enquadra-se nesse contexto. Constituído por Bernardo Couto, um jovem expoente da guitarra portuguesa, José Peixoto, guitarrista e compositor destacado, e Carlos Barretto, uma referência do jazz português, o grupo cruza estilos e géneros, servindo de plataforma de experimentação aos seus membros.

Elicia Silverstein

28 JUNHO, 22h00

Sonhos e Fábulas
A jovem violinista americana Elicia Silverstein apresenta-nos um programa para violino solo que contrasta obras canónicas do período Barroco e da segunda metade do século XX. A primeira linha do soneto de Metastasio que retrata a desordem interna do processo criativo inspirou o álbum The Dreams and Fables I Fashion, editado em 2018 pela Rubicon, que mistura danças barrocas com sons menos convencionais, traçando uma linha ziguezagueante entre o século XVII e o século XX.

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29 JUNHO, 22h00

A Cappella
A Igreja sempre foi um espaço de eleição para a música vocal. Neste concerto, o jovem agrupamento inglês The Gesualdo Six apresenta obras sacras a cappella escritas entre a Idade Média e a actualidade, reflectindo a multiplicidade estilística das formas de adoração religiosa ao longo do tempo. Das abadias românicas dos conventos medievais, às igrejas modernistas, passando pelas catedrais góticas francesas e pelas igrejas romanas e inglesas do Renascimento, o repertório remete-nos para a profunda relação entre música e espaço sagrado na cultura cristã.

crassh

30 JUNHO, 11h30

CRASSH_STAGE
Com CRASSH, tudo o que produz som é pretexto para compor música. Como resultado, tudo o que é produzido reflecte sonoridades únicas, divertidas e envolventes, dotadas de um entusiasmo contagiante. A musicalidade é para CRASSH uma presença quotidiana onde tudo é oportunidade e suporte para fazer combinar sons. A música e a voz fundem-se numa linguagem universal que ultrapassa as barreiras linguísticas. O “CRASSHonês” surge como uma espécie de mímica vocal que envolve e transmite a mensagem, seja entre originais crasshianos ou melodias conhecidas.

MozART Group

5 JULHO, 22h00

Humor Sublime
A música e o humor sempre andaram de mãos dadas. A malícia das cantigas medievais e dos vilancicos renascentistas fizeram rir muitas pessoas. Este espectáculo marca o regresso do MozART Group ao Festival Internacional de Música de Espinho, após um estrondoso sucesso em 2011. Um bem-humorado quarteto de cordas com uma abordagem fresca e divertida à música promete desmistificar a seriedade das salas de concerto num espectáculo sempre imprevisível.

Jonathan Ayerst

6 JULHO, 12h00

Do barroco alemão à improvisação
O órgão desempenha um papel central no culto cristão. Desde cedo, as igrejas tiveram grandes organistas ao seu serviço, que contribuíram para valorizar as cerimónias religiosas com a sua música. Este Concerto Breve é dedicado à música de Dietrich Buxtehude e de Johann Sebastian Bach, dois mestres da tradição organística alemã. No órgão da Igreja Matriz de Espinho, ouviremos ecos dessa tradição enquanto percorremos diversos géneros e estilos dos séculos XVII e XVIII.

Andreas Staier - Credit Josep Molina

6 JULHO, 22h00

À Descoberta do Pianoforte
O Classicismo é a era do pianoforte. O desenvolvimento tecnológico foi ao encontro das novas necessidades expressivas. Dessa forma, foram desenvolvidos instrumentos que captaram os novos tempos. O pianoforte desenvolveu-se a partir do cravo, ultrapassando algumas limitações desse instrumento e adaptando-se aos novos estilos. Este recital leva-nos ao universo do pianoforte pelas mãos de Andreas Staier, uma referência desse instrumento. Focado em compositores centro-europeus, explora as capacidades do pianoforte, evidenciando os contrastes expressivos do período.

Kronos photographed in San Francisco, CA March 26, 2013©Jay Blakesberg

8 JULHO, 22h00

KRONOS QUARTET

LOTAÇÃO ESGOTADA

Different Trains
O Kronos Quartet dispensa apresentações. Formado em 1973, afirmou-se como um dos quartetos de cordas mais reconhecidos na música contemporânea. Além da estreia de numerosas obras, o Kronos atravessa domínios e estilos. Este recital reflecte a diversidade do repertório abordado, da música erudita contemporânea, ao jazz e às músicas tradicionais, apresentando arranjos feitos propositadamente para o grupo. Da world music às vanguardas americanas, o Kronos atravessa uma paleta excitante de músicas e de lugares.

Andreas Schaerer

12 JULHO, 22h00

A Jazz Novel
A criatividade é a palavra de ordem quando os suíços Andreas Schaerer e Lucas Niggle se juntam a Luciano Biondini, levando o público pelas suas improvisações arrojadas. Um encontro de instrumentos num trio pouco convencional torna-se o trampolim para música inovadora, que atravessa um conjunto de estilos e texturas contemporâneos, dando grande espaço à inventividade individual. Voz, acordeão e bateria formam um colectivo europeu de jazz fresco e imaginativo.

António Esteireito Créditos João Russo

13 JULHO, 12h00

Mestres da música francesa para órgão
As peças que compõem este recital foram escritas nos séculos XVII, XIX e XX. Assim, o roteiro deste programa centra-se na tradição organística francesa, do Barroco ao Romantismo. A melodia de cantochão do hino de Pentecostes Veni creator spiritus é a matéria-prima para Nicolas de Grigny elaborar uma composição barroca em que se destaca a interacção entre as vozes. Na sua curta vida, Grigny foi organista em Paris e em Reims, tendo seguido e contribuído para prolongar os modelos organísticos franceses.

Marcos Valle

13 JULHO, 22h00

Samba de Verão
O mar, o Verão e o surf são inspirações constantes na música de Marcos Valle, uma das grandes referências da música popular brasileira. Um concerto em frente ao mar, onde clássicos da música brasileira serão revisitados pelo seu criador e pelos jovens da Orquestra de Jazz de Espinho. Temas antigos ganham nova vida em arranjos feitos à medida para este concerto, que contará com muito balanço e descontracção. Num espaço que se tem afirmado pela praia e pelo surf, nada como passar a noite com a música de Marcos Valle.

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18 JULHO, 19h00 e 21h30

18 de Julho de 1969: A caminho da órbita lunar
A 18 de Julho de 1969, a Missão Apollo 11 colocou duas pessoas na Lua. Neil Armstrong e Edwin Aldrin andaram na superfície lunar, recolheram amostras de solo e cravaram a bandeira dos Estados Unidos da América. No dia em que se comemora o cinquentenário da chegada do Homem à Lua, que lugar mais adequado para ouvir música do que um planetário? Vamos embarcar numa viagem lunar ao som de música ao vivo interpretada pelos alunos da Escola Profissional de Música de Espinho, acompanhada de projecções.

perez, cohen, potter

19 JULHO, 22h00

Pérez, Cohen, Potter Quintet
Espinho será palco de um quinteto de luxo. Grandes referências do jazz norte-americano, com créditos firmadíssimos na cena internacional juntaram-se para nos dar uma noite inesquecível. Formado no final de 2018 e liderados pelo pianista Danilo Pérez, pelo trompetista Avishai Cohen e pelo saxofonista Chris Potter, o quinteto aventureiro vai apresentar um repertório eclético de composições originais inspiradas na literatura. A ligação entre a música instrumental e a palavra têm neste grupo uma sólida ligação.

Yamandú Costa

20 JULHO, 22h00

Violão Sinfónico
O brasileiro Yamandú Costa dispensa apresentações. Um dos maiores expoentes do violão de sete cordas, tem desenvolvido uma carreira fulgurante colaborando com proeminentes músicos. A sua música eclética encontra-se fortemente enraizada na tradição popular brasileira. O já tradicional concerto de encerramento do FIME junta-o à Orquestra Clássica de Espinho num concerto ao ar livre que apresenta obras de Yamandú para violão de sete cordas e orquestra, um contexto em que este é raramente ouvido, incluindo a estreia ibérica do Concerto Fronteira, uma obra apaixonante que evoca as trocas entre o Brasil, o Paraguai, a Argentina e o Uruguai.

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