30 VOLTAS AO SOL DA ESCOLA PROFISSIONAL DE MÚSICA DE ESPINHO

EXPOSIÇÃO COLECTIVA

De 10 de Janeiro a 28 de Março de 2020

No foyer do Auditório de Espinho

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30 voltas ao Sol da Escola Profissional de Música de Espinho é o título do ciclo de três exposições inseridas nas comemorações dos 30 anos da EPME. A partir de Janeiro, entramos num novo ciclo de ilustrações. O segundo grupo de dez ilustradores, num total de 30 convidados, vai apresentar os trabalhos que estabelecem um olhar e relações com a escola, com a música e com a cidade.

Comissariada por Constança Araújo Amador

 

Adriana Fontelas

Adriana Fontelas, nasceu a 8 de março de 1996. É natural de Espinho, Portugal. Frequentou o Curso Científico-Humanístico de Artes Visuais na Escola Secundária Dr. Manuel Gomes de Almeida. Mais tarde, licenciou-se em Artes Visuais e Tecnologias Artísticas, na Escola Superior de Educação, do Politécnico do Porto, onde descobriu o que andava a procurar há muito tempo na área da Ilustração. Frequentou a Pós-Graduação em Ilustração, na Faculdade de Belas Artes, da Universidade do Porto. O seu trabalho começou a desenvolver-se através do autorretrato. Começou a desenhar outras pessoas e ganhou o gosto por representar à sua maneira. Trabalha numa galeria onde pode estar em contacto com o público de uma forma diferente e dar a conhecer as suas ilustrações.

Amalteia

O meu nome é Ana (ou como gosto que me chamem, Amalteia) estudei Design na UA e Ilustração na ESAD. Gosto de desenhar situações caricatas e pessoas estranhas. Gosto de criar personagens e de contar histórias. Gosto de usar cor, muita cor.

Carmena Costa

Nascida no Porto em 1990. Queria ser geneticista ou fazer desenhos animados, optando pela segunda opção, licenciou-se em Artes Plásticas pela FBAUP, e concluiu o Mestrado em Ilustração e Animação do IPCA. O desenho trouxe o vício dos diários gráficos, e com ele, a utilização constante de aguarelas, vontade de viajar e desenhar tudo. Sendo nesses cadernos onde se encontra o lugar especial onde os projectos surgem para saltarem para outros papéis e suportes.

Cátia Vidinhas

Cátia Vidinhas nasceu em 1989, num lugar onde as montanhas são tão altas que facilmente se consegue chegar ao céu. Licenciou-se em design gráfico, no IPCA, e depois tirou uma Pós-Graduação em Design da Imagem na FBAUP e mestrado em Multimédia na FEUP, no Porto, cidade onde continua a viver, e trabalha como designer, ilustradora e professora. Após terminar a licenciatura, tem vindo a colaborar em alguns gabinetes e agências de Design e Publicidade e com o estúdio de animação Bando à Parte. Participou, também, em algumas exposições colectivas e individuais. Autora das ilustrações de vários livros infantis comercializados em Portugal, Espanha, Brasil, Colômbia e China. O seu trabalho foi destacado por vários prémios, como o Prémio Nacional da Ilustração em 2015 com o livro “WonderPorto”, e em 2017 com o Prémio Golden Pinwheel Young Illustrators com o livro “Infâncias”. A experiência de ilustrar este livro tornou-se bastante rica porque criou a possibilidade e o desafio de pensar e concretizar através de imagens um tema real e que deve ser falado e refletido por todos.

José Cardoso

José Eduardo Cardoso nasceu em Fafe a 7 de Março de 1984. Licenciou-se em Design de Comunicação pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto em 2008 e tem trabalhado em design e ilustração desde 2005. Expõe regularmente como ilustrador desde 2007. Foi co-fundador do colectivo Salao Coboi juntamente com o Apolinário Pereira em 2009. Foi responsável pela caderneta de cromos virtual “A Thousand Faces Staring Back at You” em 2012. Atualmente, gere o projecto multi-disciplinar Tomba Lobos. Vive e trabalha no Porto.

Leonor Violeta

Leonor Violeta (n. Oliveira de Azeméis 1995) vive no Porto onde é ilustradora e designer gráfica. Gosta de se surpreender e explorar diferentes abordagens, temáticas e suportes, mas o seu trabalho divide-se maioritariamente entre a experimentação de recortes/colagens e a ilustração digital. Como ponto comum estão as composições gráficas e sempre coloridas.

Lince Rebelo

Nascido no Porto, Lince Rebelo explora as narrativas queer contemporâneas através de ilustração, escultura e publicações independentes. Licenciado em Design de Comunicação pela FBAUP, trabalha enquanto freelancer e propõe uma visão queer do quotidiano e dos deuses pagãos.

Mariana Bento (Malva)

Mariana Bento (Malva), nasceu em Macieira de Cambra em 1993. Estudou Design Gráfico na Escola Secundária Artística Soares dos Reis e licenciou-se na Escola Superior de Artes e Design de Caldas da Rainha, em Artes Plásticas. Concluiu em 2018 a Pós-Graduação de Ilustração, na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.

Mariana Rio

Mariana Rio é uma feliz ilustradora. Licenciou-se em Design de Comunicação pela FBAUP em 2008, tendo passado ainda pela Academia de Belas Artes de Wroclaw, na Polónia. Habita o seu próprio estúdio no Porto, a partir do qual faz investigação, desenvolve conceitos, cria narrativas, mundos possíveis e impossíveis, personagens reais e imaginárias. Colabora com clientes tais como Bas Bleu, Casa da Música, Circo de Ideias, Edições Eterogémeas, Editorial Milrazones, Illusalon, Imprensa Nacional, Pato Lógico, Sacoor Brothers, Sexto Piso Editorial, Slanted, SoDa Repors, Studio Dobra, UPTEC… O seu trabalho tem sido reconhecido ao longo dos anos, nomeadamente pela Mostra de Ilustradores da Feira do livro infantil de Bolonha (2012 e 2018), AOI World Illustration Awards (2016), Nami Island International Picture Book Illustration Competition (2015) e pelo Prémio Nacional de Ilustração (2013, 2015 e 2018).

Sónia Borges

(Mirandela, 1981) licenciou-se em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto em 2004. Ilustradora Freelancer, que se destaca pelo seu desenho com a caneta pilot 0.4, sempre ligada a histórias, já conta alguns livros editados e vários projectos de ilustração. Destacam-se: o livro que ilustrou Vermelho de dar dó, escrito por Cristiano Gouveia (Brasil); o projecto Where is Mister M?; o Mural Andorinha e as Folhas de actividades para famílias que acompanham cada exposição do Museu de Arte Contemporânea da Fundação de Serralves (Porto). Ainda muitas são as estórias por ilustrar e projectos a concretizar, acreditando que o livro enquanto objecto, a ilustração e a escrita são alimento essencial, para que crianças e adultos aumentem a criatividade, a imaginação, o conhecimento, o sentido crítico, os horizontes e nunca parem de sonhar.